terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Ô domingo bom demais da conta, sô! [Parte 2]

"Na hora da saída, que foi mais engraçado, cansativo e assustador... Mais isso só depois pra contar."... (final da parte 1)

...Assim que acabamos de comprar e estávamos indo embora, resolvemos ligar pra meu avô pra ir nos buscar de carro. Só que nem eu e nem minha vó tinha celular e não havia nenhum orelhão por perto.
Na porta de saída da garagem, que é onde estava concentrada as pessoas que iriam embora, uma mulher se aproximou da gente, perguntou pra onde iríamos, tal... e no fim de tudo, tipo que mandou a gente ir rezando, agora me esqueci até o nome da santa. Logo que disse isso e partiu pra falar com outra moça que estava o lado, amedrontou minha vó. Pois por ali era realmente perigoso, estava de noite e era deserto.
Minha vó não sei se rezou, mais eu, sim. O caminho até o ponto de ônibus era sombril, com curvas e ladeiras e como já havia dito... DESERTO! Dava medo só de ver. Mais lá vamos nós... Eu, minha vó e minha prima de 5 anos. De repente quando minha vó olha pra trás, vem a mulher que falou com a gente minutos atrás, nos seguindo, minha vó discretamente falou: "lá vem a mulher de novo" e minha prima muito curiosa começou a olhar e falar. Foi então que minha vó pediu para que ela ficasse calada e parasse de olhar. Mais para ela era inevitável.
Quando a mulher conseguiu se aproximar da gente, falou: "vim atrás de vocês/vim acompanhar vocês." Minha vó sorriu e falou como quem dizia: venha mesmo. Ela veio com a gente contando histórias, que era da igreja batista e uma mulher não gostou do que ela tiha falado e fez um feitiço pra separar o marido dela, e tal... Pra falar a verdade eu acho que tanto eu, como minha vó e minha prima estávamos com um pouco de medo dela. Mais no fim das contam podia perceber que ela só era uma mulher mais medrosa que a gente.
Depois de ter descido a imensa ladeira e ter chegado no ponto de ônibus praticamente exausta, achamos um orelhão, do qual liguei pra meu avô. A mulher depois de muito ter pedido a minha vó conselhos por onde ir, foi-se embora. E nós continuamos lá, no ponto, esperando meu avô.
Alguns minutos se passaram e lá vem meu avô, andando. Ele disse que passou pela gente e nem ele nos viu, quanto a gente não viu ele. E o pior de tudo: o carro estava do outro lado.
Conclusão: teríamos que subir tudo novamente e ainda descer outra ladeira. No tipo semi círculo oval. Mais que semi círuculo oval indesejado, cansativo.
Minha prima não parava de falar, reclamava com meu avô, resmungava daqui, resmungava de lá. Mais pra dizer a verdade, ele não tinha 100% de culpa, talvez só 50%. Porque mesmo eu explicando onde estávamos quando liguei, erámos pra ter ficado atentas pra vê se ele estava vindo, se passou pela gente, se é que passou. Meu avô também já está idoso e não devemos cobrar tanto dele.
Mais só sei que o melhor que tinhamos que fazer enquanto não chegava ao carro, era andar, andar e de preferência de boca calada e sem birra, como não fazia minha prima que pouco ajudava. Só sei que quando estávamos poucos centímetros do carro, minha prima tomou uma queda, talvez tenha sido castigo de tanto ter falado, criticado e resmungado. E minhas pernas? só agradecia, pois elas não aguentavam mais. E pior, minha sandália era de salto, um salto baixinho, mais que ajudava nas dores dos meu pés. rsrsrsrsrsrs
Quando chegamos no carro ainda iríamos buscar meu primo que estava na casa da mãe. Eu adorei, porque ficaríamos mais tempo no carro e minhas pernas descansariam.
Fomos pegar ele e voltamos pra casa.
FIM.

2 comentários:

Lorena Lais disse...

Eiiita Domiingo boom heein!
sahushaushuahsuhaushua
ameeei☻

Quel Oliveira disse...

Eu que o diga!
haushsuahsasuhaus
Que bom que gostou.
Valeu a visitinha!